Não satisfeita com as turbulações presentes nos ultimos meses. De uma hora pra outra, pinta uma sombra de esperança sobre a menina. Mesmo ferida e ressentida com o passado não tão passado assim, resolve tentar.
De uma hora pra outra, um trevo de quatro folhas caiu sobre suas mãos e, dessa vez, ela decidiu seguir o caminho, sem interferir. Chega a acreditar no que sempre lhe disseram "o que é pra ser seu, virá aos pouquinhos".
Agora ela quer mais que palavras. Quer corpo e alma, risos, abraços e passeios de mãos dadas. Não quer saber de planejamento ou de clichês, quer apenas o que tiver que seu seu.
Decidiu recomeçar, do nada. Ou talvez seja por estar cansada de indiretas e de tanto silêncio. Silêncio esse acompanhado de muito orgulho e que apontava o dedo pra menina, como se ela fosse culpada por ter dito o que pensava e o que sentia. Mas a verdade é que, creio eu que a menina quer recomeçar porque apareceu alguém dando-lhe luz e que se mostra preocupado com sua paz e seu sorriso. Alguém que mesmo ela não o conhecendo bem, vale a pena arriscar.
Mas antes de tudo, ela tá pisando com calma no terreno. Não quer ter que arrumar as malas quando por fim sentir algo forte, novamente. Por isso, coração leviano e esperança na mão, uma boa canção é o que a acalma.
Arriscar e arriscar, algo que ela sempre fará. Sem medo daqui em diante.
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